O Eco de Adele: Quando a Alma Decide Parar de Fingir

Caí, sem aviso, na armadilha de ouvir Adele enquanto a minha vida se desfazia em uma despedida. É engraçado como a gente se julga forte, talvez invencível, até que as primeiras notas de um piano nos despem por completo. São letras carregadas de um amor que dói e de uma tristeza que, curiosamente, nos faz companhia.

Ai! Adele !

Como a gente é bobo em pensar que podemos controlar nosso coração. Somos tão frágeis que até o mais bruto dos homens, com um pouco de atenção e as palavras certas, pode ser  » domado « . Porque o amor, mesmo que ele não seja sincero, tem a força suprema de mover montanhas. Mesmo as mais intransponíveis.